Investigação de Pensão Alimentícia

A investigação de pensão alimentícia é para quem paga ou recebe pensão e suspeita que o valor foi fixado sobre uma renda que não corresponde à realidade.

A outra parte pode ter trabalho fora do registro, bens guardados em nome de outra pessoa ou um modo de vida que não combina com o que declarou ao juiz. O trabalho do detetive é levantar a situação financeira real, usando apenas o que a lei permite alcançar.

A seguir, o que esse levantamento consegue mostrar, onde ele para e de que forma o resultado chega ao advogado. Quem procura informação sobre o direito em si encontra um texto à parte sobre pensão alimentícia.

Ponto de partida

Quando faz sentido apurar

O valor de uma pensão se apoia no que cada lado informou sobre renda e condição de vida. Se essa informação nunca foi verdadeira, ou deixou de ser, a decisão fica apoiada num retrato que não corresponde à situação real.

Procurar um detetive para pensão costuma fazer sentido em situações como estas:

  • quem paga afirma ganhar pouco, mas exerce alguma atividade que não aparece em lugar nenhum;
  • carro, imóvel ou negócio estão registrados em nome de parente ou de terceiro;
  • o padrão de vida visível destoa do que foi dito em juízo;
  • a condição de uma das partes mudou e o juiz não foi informado.

A pergunta por trás de todas elas é uma só: a renda que sustenta o valor atual é a renda verdadeira? Quando a dúvida não é sobre dinheiro, e sim sobre outros aspectos da vida em família, o caminho é a investigação familiar.

Alcance

O que o levantamento mostra

A apuração reúne três tipos de informação, conforme o que o caso pede:

  • Patrimônio. Bens consultados em registro público e fonte aberta, incluindo os sinais de patrimônio mantido em nome de terceiros.
  • Atividade. Trabalho informal ou não declarado, que pode ser evidenciado com acompanhamento discreto da rotina quando a consulta a registros não basta.
  • Padrão de vida. O que se observa no dia a dia e que não se explica pela renda apresentada no processo.

Quando parte da questão é descobrir onde a pessoa ou os bens estão, o trabalho se aproxima da localização de pessoas e bens.

Limite

O que só o juiz alcança

O detetive não acessa conta bancária nem rede social privada. Sigilo bancário e sigilo fiscal só se abrem por ordem judicial, e nenhuma investigação particular substitui essa ordem.

A mesma linha vale para outras práticas que às vezes são pedidas: interceptar comunicação, invadir celular ou computador, abrir correspondência de outra pessoa e esconder câmera ou escuta. Sem autorização judicial, tudo isso é crime. E o material obtido dessa forma não se aproveita no processo, além de colocar em risco quem o encomendou.

Por isso a divisão é clara. O levantamento trata do que está à vista e em registro público. O que está dentro da conta bancária fica com o juiz, e cabe ao advogado avaliar o que pedir a partir do material reunido.

Método

Como o trabalho é feito

Cada caso segue a mesma sequência:

1. Conversa inicial. Você conta o que já sabe e o que desconfia. Ela é sem compromisso e não exige que você se identifique. 2. Escopo. Com o caso delimitado, e ainda sem nenhuma etapa em andamento, ficam definidos o que será apurado, o prazo e o valor. 3. Levantamento. Consulta de patrimônio e atividade em registro público e fonte aberta. 4. Campo, quando necessário. Acompanhamento discreto, com foto e filmagem dentro da lei, para mostrar atividade não declarada ou mudança no padrão de vida. Você é informado durante o trabalho. 5. Relatório. O caso termina com o registro do que foi apurado e o material que o sustenta.

Quem conduz é a equipe do Detetive Bom, a operação em São Paulo da Agência de Detetives 007, liderada pelo detetive Davi Frazão. O detetive Edson Frazão, fundador da 007, com mais de 30 anos de carreira, acompanha o trabalho como mentor. A operação está em atividade há mais de 10 anos e atende a capital e o interior de São Paulo, além do atendimento online pelo WhatsApp. O passo a passo completo está em como trabalhamos.

Entrega

O que você recebe e como o advogado usa

O relatório descreve o que foi observado e levantado, com data, horário e local de cada registro, de modo que outra pessoa consiga conferir. É essa precisão que transforma uma impressão em prova.

Quando o levantamento é lícito e documentado, ele pode ser usado na Justiça. O material serve de base para uma ação de revisão, de exoneração ou de ajuste do valor, ou para sustentar um acordo entre as partes. Quem leva o pedido ao juiz é o advogado, e é dele também a orientação sobre o que fazer no caso concreto.

Valores

Quanto custa

A referência é de R$ 100 a R$ 200 por hora de trabalho. Uma semana de trabalho, com cinco dias dentro de São Paulo, fica em torno de R$ 3.500, com carro, acompanhamento, foto e filmagem. O valor de cada caso depende do que precisa ser apurado e é definido na conversa inicial, junto com o escopo e o prazo, antes de o trabalho começar.

Os detalhes estão em quanto custa um detetive particular.

Dúvidas

Perguntas frequentes

É legal contratar um detetive para esse tipo de apuração?

Sim. A investigação particular é legítima enquanto se limita à observação do que é visível, à consulta de registros públicos e de fontes abertas. Tudo o que depende de ordem judicial permanece fora do serviço.

O material serve na Justiça?

Pode servir, com uma condição: ter sido obtido por meio lícito e estar documentado de forma verificável. Um registro com data, hora e lugar pesa mais do que um relato genérico.

O detetive consegue ver a conta bancária da outra parte?

Não. Movimentação bancária e informação fiscal são protegidas por sigilo e só o juiz pode determinar o acesso. O detetive também não entra em perfis privados de rede social.

A investigação ajuda a reduzir ou aumentar a pensão?

Quem decide o valor é o juiz. O papel do detetive é reunir elementos sobre a renda e o patrimônio reais; com eles, o advogado avalia se cabe pedir revisão, exoneração ou ajuste, ou se o melhor caminho é um acordo. O resultado do processo não depende do detetive.

O que eu preciso informar no primeiro contato?

O que você já sabe: quem é a outra parte, o que mudou desde a decisão e por que acredita que a renda declarada não é a real. Não é preciso se identificar nesse momento, e nada do que for dito é publicado, usado como exemplo ou repassado a ninguém.

Contato

Falar sobre o seu caso

Antes de decidir qualquer coisa, vale uma conversa para olhar o seu caso e ver se há fato que um levantamento possa mostrar. Chame no WhatsApp (11) 98562-9717.

Se a dúvida for sobre valores, veja quanto custa um detetive particular.