Como trabalhamos

O processo Como conduzimos uma investigação Quem procura um detetive quase nunca sabe o que pedir. Sabe o que desconfia. O trabalho começa exatamente aí: transformar uma suspeita em uma pergunta que possa ser respondida com fato. Esta página descreve…

O processo

Como conduzimos uma investigação

Quem procura um detetive quase nunca sabe o que pedir. Sabe o que desconfia. O trabalho começa exatamente aí: transformar uma suspeita em uma pergunta que possa ser respondida com fato.

Esta página descreve como um caso caminha, do primeiro contato ao relatório, e também o que não entra nesse caminho.

Primeiro passo

A conversa inicial

Antes de qualquer campo, é preciso delimitar o caso. O que aconteceu, desde quando, o que já se sabe por conta própria e o que se pretende fazer com a resposta, porque a finalidade muda o tipo de material que vale reunir.

Uma suspeita que vai virar conversa em casa e uma que vai virar processo exigem apurações diferentes. É melhor descobrir isso no começo do que no fim.

O trabalho de campo

O que é uma campana

Campana é o nome que o ofício dá à observação metódica de uma pessoa ou de um lugar. Ela assume três formas, conforme o que precisa ser acompanhado:

  • Fixa. Observação de um ponto determinado: uma residência, um endereço comercial, uma entrada. Serve para estabelecer rotina: quem chega, quando e com que frequência.
  • Móvel. Acompanhamento do deslocamento a pé, quando o que importa é o percurso e o destino, não o ponto de partida.
  • De automóvel. O mesmo acompanhamento em trânsito, usado quando as distâncias tornam as outras duas inviáveis.

A escolha não é de estilo: ela decorre da pergunta a responder. Estabelecer uma rotina pede campana fixa por vários dias; confirmar um destino específico pode se resolver em uma única saída.

O resultado

O que vira prova

Observar não basta: o que sustenta uma decisão é o registro. Material útil é o que pode ser situado no tempo e no espaço e apresentado a terceiros: data, horário, local e o que foi observado, de forma que outra pessoa consiga verificar.

É por isso que a forma de obter importa tanto quanto o que se obtém. Material reunido por meio ilícito não serve, e ainda expõe quem o encomendou.

Os limites

O que não é serviço de investigação

Há uma linha que costuma confundir, e ela não é cinzenta. Interceptar comunicação, invadir dispositivo, abrir correspondência alheia e instalar câmera ou escuta escondidas são crimes quando praticados sem autorização judicial. Registro médico, sigilo bancário e sigilo fiscal seguem a mesma regra: só se abrem por via judicial.

Nada disso é serviço de investigação. São, ao contrário, as práticas que alguém contrata investigação para descobrir que está sofrendo. A apuração legítima trabalha com o que está à vista, com registro público, com fonte aberta e com informação prestada por quem pode prestá-la.

A entrega

O relatório

O caso se fecha com um relatório: o relato do que foi observado, na ordem em que aconteceu, acompanhado do material que o sustenta. É esse conjunto, e não a impressão de quem observou, que serve para conversar com um advogado, apresentar a uma empresa ou simplesmente encerrar uma dúvida.

Falar sobre o seu caso

A primeira conversa serve para entender se há o que apurar e por onde começar. Fale com um detetive particular ou chame no WhatsApp (11) 98562-9717.

Se a dúvida for sobre valores, veja quanto custa um detetive particular.