Provas de Infidelidade

Quem chega até aqui já desconfia. O que costuma faltar é saber o que, entre tudo o que se vê e se ouve, se sustenta.

Provas de infidelidade são o registro, obtido de forma lícita e documentada, do que confirma ou descarta essa suspeita, seja para uma decisão pessoal, seja para levar ao advogado.

Esta página explica o que conta como prova, o que a lei não permite e como a equipe do Detetive Bom conduz esse trabalho.

Ponto de partida

Quando se procura esse trabalho

A procura raramente nasce de um fato isolado. Vem de uma suspeita que volta, de uma rotina que mudou de repente, do celular e das redes usados às escondidas, de saídas que ficam sem explicação. O peso aumenta quando o casamento envolve filhos, bens ou um processo.

Nesse ponto, a pergunta deixa de ser apenas se há traição e passa a ser o que é possível demonstrar. É dessa pergunta que parte uma investigação conjugal.

O que vale

O que vale como prova

Vale o que foi registrado sem atravessar nenhuma linha da lei. Na prática, isso cobre três tipos de material:

  • Registro em local público. Foto e filmagem de encontros, deslocamentos e lugares frequentados fora da rotina declarada.
  • Acompanhamento de rotina. Observação com data e horário anotados, que mostra o que se repete e o que destoa.
  • Conteúdo público e recebido. O que está aberto em rede social e o que foi enviado ao próprio cliente.

Uma prova de traição se sustenta quando pode ser localizada no tempo e no espaço. Data, horário, local e o fato observado precisam estar descritos de um jeito que um terceiro consiga conferir. Sem isso, o que sobra é impressão.

O limite

O que não é permitido

Aqui não há meio-termo. Invadir conta, espionar celular ou computador, gravar em ambiente privado e forjar prova estão fora do trabalho. Interceptar comunicação, abrir correspondência alheia e instalar câmera ou escuta escondida são crimes quando feitos sem autorização judicial. Sigilo bancário, sigilo fiscal e registro médico também só se abrem por essa via.

O motivo vai além da lei. Material obtido desse modo não serve para provar nada e ainda deixa exposto quem o pediu. Quem toma esse atalho troca uma dúvida por um problema.

Método

Como o trabalho é feito

Tudo começa por uma conversa, sem compromisso e sem que seja preciso se identificar. Antes de qualquer saída a campo, o escopo é desenhado com prazo e valor definidos.

Depois vem o campo: acompanhamento discreto, foto e filmagem, sempre dentro da lei, com o cliente informado ao longo do caso. A equipe conta com investigadora mulher.

A equipe do Detetive Bom, a operação em São Paulo da Agência de Detetives 007, é liderada pelo detetive Davi Frazão. O mentor é o detetive Edson Frazão, fundador da 007, com mais de 30 anos de carreira. A operação está em atividade há mais de 10 anos, atende a capital e o interior de São Paulo e também atende online pelo WhatsApp. O caminho completo de um caso está em como trabalhamos.

Entrega

O que você recebe

O caso termina em um relatório com o material que serve como prova: o que foi observado, com data, horário e local, e os registros que apoiam cada ponto.

Prova obtida de forma lícita e documentada pode ser usada em processo. O que fazer com ela é decisão sua e do seu advogado, a quem cabe a orientação jurídica do caso concreto. Para quem já pensa no divórcio, o assunto continua em provas para separação.

Valores

Quanto custa

Como referência, a hora de trabalho fica entre R$ 100 e R$ 200. Uma semana de acompanhamento, cinco dias dentro de São Paulo com carro, foto e filmagem, fica em torno de R$ 3.500. O valor de cada caso só se fecha na conversa inicial. Os detalhes estão em quanto custa um detetive particular.

Dúvidas

Perguntas frequentes

As provas servem no divórcio?

Podem servir, desde que tenham sido reunidas dentro da lei e estejam documentadas. Se e como usá-las no processo é algo a combinar com o seu advogado.

Foto tirada em local público vale?

Sim. Registrar alguém em um espaço aberto ao público é permitido, e esse registro é um dos materiais que podem entrar no relatório.

Mensagem de rede social vale?

Vale o que está publicado de forma aberta e o que a própria pessoa mandou para você. Entrar na conta de alguém para ler conversas não é permitido, e nada que saia dali pode ser aproveitado.

A pessoa percebe que está sendo acompanhada?

Não. O trabalho de campo é discreto do começo ao fim.

É sigiloso?

É. O que você conta não vira exemplo, não é publicado e não é repassado a ninguém. A primeira conversa pode acontecer sem que você diga o seu nome.

Contato

Falar sobre o seu caso

Uma conversa inicial basta para avaliar se a suspeita pode ser documentada e de que maneira. Chame no WhatsApp (11) 98562-9717.

Se preferir ver os valores antes, consulte quanto custa um detetive particular.