Investigação de Adolescente

Os pais que chegam aqui raramente trazem uma acusação. Trazem uma mudança: o filho que passou a se fechar, a sair sem dizer para onde, a contar uma rotina que não fecha. Tentaram conversar e a conversa não esclareceu.

A investigação de adolescente existe para esse ponto: acompanhar com discrição a rotina do jovem fora de casa, para que os responsáveis entendam o que está acontecendo e decidam com base em fato.

O propósito é proteger, não punir. O que se entrega é informação, e o que fazer com ela continua sendo decisão da família.

Quando procurar

Quando faz sentido procurar

  • Mudança brusca de comportamento. Isolamento, agressividade, queda no desempenho na escola.
  • Companhias que preocupam. Amizades novas sobre as quais o filho não fala, ou fala pouco.
  • Suspeita de uso de drogas. Quando há indícios, mas nenhuma certeza que permita uma conversa franca.
  • Relacionamento abusivo. Um namoro que parece afastar o adolescente da família e dos amigos de antes.
  • Saídas sem explicação. Horários que não batem e versões da rotina que mudam a cada pergunta.

Contratar um detetive para filho adolescente não substitui a conversa em casa. Serve para que ela aconteça a partir do que de fato se passa, e não do que se imagina.

Se a preocupação envolve outros membros da família, a investigação familiar cobre esse terreno. Se a suspeita é de que o adolescente sofre maus-tratos, há uma investigação de maus-tratos própria para isso.

O que se observa

O que é acompanhado

O trabalho acontece em ambiente externo, onde a rotina do adolescente é visível para qualquer pessoa. Três coisas interessam:

  • Lugares. Para onde ele vai quando sai, e se esses destinos correspondem ao que diz em casa.
  • Companhias. Com quem se encontra, com que frequência e em que circunstâncias.
  • Padrões. O que se repete ao longo dos dias, porque um comportamento só ganha sentido quando se vê a regularidade dele.

Cada observação é registrada de forma organizada, para que o quadro final possa ser lido por quem não estava lá.

Os limites

O que não é feito

O acompanhamento não entra no celular do adolescente nem acessa as redes sociais dele. Esse limite não é detalhe. Interceptar comunicação, invadir dispositivo, abrir correspondência alheia e instalar câmera ou escuta escondida são crimes sem autorização judicial, e a equipe não faz isso nem a pedido da família.

Há também um motivo prático. Material obtido por meio ilícito não serve como prova, e quem pediu o trabalho é quem acaba respondendo por ele. A apuração útil é a que se sustenta: o que foi visto, onde e quando.

Passo a passo

Como o trabalho é feito

Conversa inicial. Antes de qualquer saída a campo, os responsáveis contam o que perceberam e o que precisa ser esclarecido. É nessa conversa que se definem também os limites do trabalho. Ela é sem compromisso e não exige identificação.

Escopo. Com a pergunta clara, o trabalho é desenhado com prazo e valor definidos antes de começar. Ninguém descobre o custo no meio do caminho.

Campo. O acompanhamento é feito com discrição, com foto e filmagem dentro da lei. Os responsáveis são informados durante o trabalho, e não apenas no fim.

Relatório. O caso se encerra com o material organizado e entregue à família.

Quem conduz é a equipe do Detetive Bom, que atua há mais de 10 anos. O Detetive Bom é a operação em São Paulo da Agência de Detetives 007. A equipe é liderada pelo detetive Davi Frazão e tem como mentor o detetive Edson Frazão, fundador da 007, com mais de 30 anos de carreira. O atendimento cobre a capital e o interior de São Paulo, e também pode começar online, pelo WhatsApp. O detalhe de cada etapa está na página como trabalhamos.

O resultado

O que você recebe

Um relatório com o que foi observado, junto com as fotos e filmagens que comprovam cada ponto descrito. O que dá valor a esse registro é poder ser situado no tempo e no espaço: data, horário, local e o que aconteceu, de modo que outra pessoa consiga conferir.

Na prática, isso muda o tipo de conversa possível em casa. Em vez de desconfiança contra negação, os pais passam a ter algo concreto para tratar com o filho, e para decidir os próximos passos.

Valores

Quanto custa

A referência é de R$ 100 a R$ 200 por hora de trabalho. Uma semana de cinco dias dentro de São Paulo, com carro, acompanhamento, foto e filmagem, fica em torno de R$ 3.500. O valor de cada caso depende do que precisa ser acompanhado e sai da conversa inicial, já com o prazo definido. A composição completa está em quanto custa um detetive particular.

Dúvidas comuns

Perguntas frequentes

É legal contratar esse tipo de acompanhamento?

Sim, desde que ele fique no que qualquer pessoa poderia ver na rua. Seguir os deslocamentos de alguém em local público e registrar o que se vê é atividade lícita. Ultrapassar essa fronteira, mexendo em aparelho ou em conversa privada, é o que a lei proíbe. Para dúvidas jurídicas sobre a situação específica da família, quem orienta é um advogado.

Ele vai perceber que está sendo acompanhado?

Não. A discrição é parte do método, justamente para não criar conflito e para que o adolescente siga a rotina de sempre. Se ele mudasse o comportamento por se sentir observado, o retrato perderia o valor.

O serviço inclui olhar o celular ou as redes sociais?

Não inclui. Nenhum aparelho é acessado e nenhuma conta é aberta. Tudo o que entra no relatório vem da observação feita fora de casa.

E se o meu filho sumir?

Desaparecimento é, antes de tudo, caso de polícia, e o registro deve ser feito lá primeiro. Encontrar alguém cujo paradeiro se perdeu é outro tipo de trabalho, descrito na página de localização de pessoas.

Primeiro contato

Falar sobre o seu caso

A primeira conversa serve para entender o que preocupa e se há algo que um acompanhamento possa esclarecer. Chame no WhatsApp (11) 98562-9717. Nada do que for dito é usado como exemplo, publicado ou compartilhado.

Se quiser ver os valores antes, consulte quanto custa um detetive particular.